sexta-feira, 5 de março de 2021
domingo, 26 de abril de 2020
Ó preciosíssimo dom da cruz! Vede o esplendor de sua forma! Não mostra apenas uma imagem mesclada de bem e de mal, como aquela árvore do Paraíso, mas totalmente bela e magnífica para a vista e o paladar.
É uma árvore que não gera a morte, mas a vida; que não difunde as trevas, mas a luz; que não expulsa do Paraíso, mas nele introduz. A esta árvore subiu Cristo, como um rei que sobe no carro triunfal, e venceu o demônio, detentor do poder da morte, para libertar o gênero humano da escravidão do tirano.
Sobre esta árvore o Senhor, como um valente guerreiro,ferido durante o combate em suas mãos, nos pés e em seu lado divino, curou as chagas dos nossos pecados, isto é, curou a nossa natureza ferida pela serpente venenosa.
Se antes, pela árvore, fomos mortos, agora, pela árvore, recuperamos a vida; se antes, pela árvore, fomos enganados, agora, pela árvore, repelimos a astúcia da serpente. Sem dúvida, novas e extraordinárias mudanças! Em vez da morte, nos é dada a vida; em lugar da corrupção, a incorrupção; da vergonha, a glória.
Não é sem razão que o Apóstolo exclama: Quanto a mim, que eu me glorie somente na cruz do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele, o mundo está crucificado para mim, como eu estou crucificado para o mundo (Gl 6,14). Pois aquela suprema sabedoria que floresceu na cruz, desmascarou a presunção e a arrogante loucura da sabedoria do mundo; toda a espécie de bens maravilhosos que brotaram da cruz, extirparam inteiramente a raiz da maldade e do pecado.
Já desde o começo do mundo, houve figuras e alegorias desta árvore que anunciavam e Indicavam realidades verdadeiramente admiráveis. Repara bem, tu que sentes um grande desejo de saber: Não é verdade que Noé, com seus filhos e esposas, e os animais de toda espécie, escapou da morte do dilúvio, por ordem de Deus, numa frágil arca de madeira?
E o que dizer da vara de Moisés? Não era figura da cruz quando transformou a água em sangue, quando devorou as falsas serpentes dos magos, quando separou as águas do mar como poder do seu golpe, quando as fez voltar ao seu curso normal, afogando os inimigos e salvando aqueles que eram o povo de Deus?
Símbolo da cruz foi também a vara de Aarão, quando se cobriu de folhas num só dia para indicar quem devia ser o sacerdote legítimo.
Abraão também prenunciou a cruz, quando colocou seu filho amarado sobre o feixe de lenha.
Pela cruz, a morte foi destruída e Adão recuperou a vida. Pela cruz, todos os apóstolos foram glorificados, todos os mártires coroados e todos os que crêem, santificados. Pela cruz, fomos revestidos de Cristo ao nos despojarmos do homem velho. Pela cruz, nós, ovelhas de Cristo, fomos reunidos num só rebanho e destinados às moradas celestes.
São Teodoro Estudita
Em 799 tornou-se o abade de Stoudios que havia caido espiritual e materialmente. Ele introduziu reformas basedas nas regras de São Basílio, que requiriam moderação nas práticas ascéticas. "Não cultive uma austeridade egoísta: coma pão, beba vinho ocasionalmente, vista calçados, especialmente no inverno, e faça refeições quando necessário" ensinava ele. Sua liderança gentil tornou o monastério um centro respeitado e procurado, tendo passado de apenas 20 monges para mais de um milhar. Seu exemplo foi seguido por outros monastérios por toda Bulgária, Sérvia e partes da Rússia. As qualidades de pregador ajudam a explicar sua efetividade e popularidade.
Durante a controvérsia iconoclasta, quando foram proibidas imagens e ícones, São Teodoro defendeu a visão tradicional da Igreja, tendo se oposto publicamente a esta heresia pois entendia que elas haviam ajudado os cristãos a entenderem melhor sua fé e os aproximado de Deus. Por isto, foi aprisionado e exilado. Mesmo depois do Imperador Miguel II ter pacificado as partes, Teodoro não foi pode retornar ao monastério de Studion porque se recusou a aceitar certos termos de uma negociação proposta pelo Imperador, além de denunciar seu casamento com uma freira.
Os anos de exílio de Teodoro, o hábito de jejuar e seus esforços excepcionais acabaram por debilitar seu corpo e, em 826 d.C., ficou muito doente. Neste ano, ele ditou seu Testamento, uma forma de guia espiritual para os futuros abades do Mosteiro de Stoudios. Ele morreu em 11 de novembro do mesmo ano, celebrando a missa, aparentemente no Mosteiro de Hagios Tryphon, no Cabo Akritas, na Bitínia. Dezoito anos depois seus restos mortais foram trazidos de volta para o Mosteiro de Stoudios.
Após a reintrodução dos ícones em 843 d.C., Teodoro se tornou um dos grandes heróis da oposição aos iconoclastas. Não existia ainda um processo formal de canonização em Bizâncio, mas Teodoro logo foi reconhecido como santo. No ocidente latino, uma tradição surgiu pela qual Teodoro teria reconhecido a primazia papal por conta de suas cartas ao papa Pascoal I e ele foi formalmente canonizado pela Igreja Católica, uma honra que nenhum outro iconófilo bizantino recebeu. Sua festa é comemorada em 12 de novembro.
Copiado de: http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com/2012/10/sao-teodoro-estudita.html
Copiado de: http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com/2012/10/sao-teodoro-estudita.html
domingo, 12 de abril de 2020
terça-feira, 27 de junho de 2017
PENSAMENTO , PALAVRA E AÇÃO. EM TUDO DAÍ GLÓRIA A DEUS.
Do Tratado sobre a verdadeira imagem do
cristão, de São Gregório de Nissa, bispo
(PG46,283-286) (Século IV)
Por toda a nossa vida manifestemos Cristo
São três as coisas que manifestam e distinguem a vida cristã: a ação, a palavra e o pensamento. Das três, tem o primeiro lugar o pensamento. Em seguida, a palavra, que nos revela o pensamento concebido e impresso no espírito. Depois do pensamento e da palavra vem, na ordem, a ação, realizando por fatos o que o espírito pensou. Portanto, se alguma coisa na vida nos induz a agir ou a pensar ou a falar, é necessário que o nosso pensamento, a nossa palavra e a nossa ação sejam orientados para a regra divina daqueles nomes que descrevem a Cristo, de modo a nada pensarmos, nada dizermos e nada fazermos que se afaste do seu alto significado.
Então, o que terá de fazer aquele que se tornou digno do grande nome de Cristo, a não ser examinar diligentemente os próprios pensamentos, palavras e ações, julgando se cada um deles tende para Cristo ou se lhe são estranhos? De muitas maneiras operamos este magnífico discernimento. Tudo quanto fazemos, pensamos ou falamos com alguma perturbação, de nenhum modo está de acordo com Cristo, mas traz a marca e a figura do inimigo, que mistura a lama das perturbações à pérola da alma para deformar e apagar o esplendor da joia preciosa.
O que, porém, está livre e puro de toda afeição desordenada, relaciona-se como Autor e Príncipe da tranquilidade, o Cristo. Quem dele bebe, como de fonte pura e não poluída, as suas ideias e os seus sentimentos, revelará em si a semelhança com o princípio e a origem, tal como a água na própria fonte é igual à que corre no límpido regato e à que brilha na jarra.
De fato, é uma só e mesma a pureza de Cristo e a que se encontra em nossos espíritos. Mas a pureza de Cristo brota da fonte, enquanto que a nossa dela flui e chega até nós, trazendo consigo a beleza dos pensamentos para a vida. Portanto, a coerência do homem interior e do exterior aparece harmoniosa, quando os pensamentos que provêm de Cristo guiam e movem a modéstia e a honestidade de nossa vida.
http://liturgiadashoras.org/oficiodasleituras/12tercaTC.html
sábado, 29 de abril de 2017
Do
Diálogo sobre a divina Providência, de Santa Catarina de Sena
(Cap. 167,
Gratiarum actio ad Trinitatem: ed.lat., Ingolstadi 1583, f.290v-291) (Séc.XIV)
Provei e vi
Ó Divindade eterna, ó eterna Trindade, que pela união da natureza divina tanto
fizeste valer o sangue de teu Filho unigênito! Tu, Trindade eterna, és como um
mar profundo, onde quanto mais procuro mais encontro; e quanto mais encontro,
mais cresce a sede de te procurar. Tu sacias a alma, mas de um modo insaciável;
porque, saciando-se no teu abismo, a alma permanece sempre sedenta e faminta de
ti, ó Trindade eterna, cobiçando e desejando ver-te à luz de tua luz.
Provei e vi em tua luz com a luz da inteligência, o teu insondável abismo, ó
Trindade eterna, e a beleza de tua criatura. Por isso, vendo-me em ti, vi que
sou imagem tua por aquela inteligência que me é dada como participação do teu
poder, ó Pai eterno, e também da tua sabedoria, que é apropriada ao teu Filho
unigênito. E o Espírito Santo, que procede de ti e de teu Filho, deu-me a
vontade que me torna capaz de amar-te.
Pois tu, ó Trindade eterna, és criador e eu criatura; e conheci – porque me
fizeste compreender quando de novo me criaste no sangue de teu Filho – conheci
que estás enamorado pela beleza de tua criatura.
Ó abismo, ó Trindade eterna, ó Divindade, ó mar profundo! Que mais poderias
dar-me do que a ti mesmo? Tu és um fogo que arde sempre e não se consome. Tu és
que consomes por teu calor todo o amor profundo da alma. Tu és de novo o fogo
que faz desaparecer toda frieza e iluminas as mentes com tua luz. Com esta luz
me fizeste conhecer a verdade.
Espelhando-me nesta luz, conheço-te como Sumo Bem, o Bem que está acima de todo
bem, o Bem feliz, o Bem incompreensível, o Bem inestimável, a Beleza que
ultrapassa toda beleza, a Sabedoria superior a toda sabedoria. Porque tu és a
própria Sabedoria, tu,o pão dos anjos, que no fogo da caridade te deste aos
homens.
Tu és a veste que cobre minha nudez; alimentas nossa fome com a tua doçura,
porque és doce sem amargura alguma. Ó Trindade eterna!
FONTE: http://liturgiadashoras.org/oficiodasleituras/santacatarina-2sabadoPascoa.html
SANTA CATARINA - UMA MULHER A FRENTE DE SEU TEMPO
Catarina nasceu
em 25 de março de 1347, na cidade de Sena, na Itália. Seus pais eram muito
pobres e sua família era numerosa. Catarina teve uma infância conturbada. Não
pode estudar, cresceu franzina e viveu sempre doente. Carregava no corpo os
estigmas da Paixão de Cristo. Ainda jovem, Catarina tornou-se uma irmã leiga da
Ordem Terceira Dominicana.
Tinha visões durante as orações contemplativas e fazia rigorosas penitências. Já adulta enfrentou a dificuldade que muitos achariam impossível de ser vencida: o cisma católico. Catarina, mesmo analfabeta, assume a missão de reunir de novo a Igreja em torno de um só papa.
Dois Papas disputavam o trono de Pedro, dividindo a Igreja e fazendo sofrer a população católica em todo o mundo. Ela viajou por toda a Itália e outros países, ditou cartas a reis, príncipes e governantes católicos, cardeais e bispos e conseguiu que o Papa legítimo, Gregório décimo primeiro, retomasse sua posição e voltasse para Roma. Fazia setenta anos que o Papado estava em Avinhão e não em Roma.
Outra dificuldade foi a peste que matou pelo menos um terço da população européia. Ela lutou pelos doentes, curou com as próprias mãos e orações. Estava à frente dos padrões de sua época, quando a participação da mulher na Igreja era quase nula ou inexistente.
Em meio a tudo isso, deixou obras literárias ditadas de alto valor histórico, místico e religioso. O livro: "Diálogo sobre a Divina Providência", é lido, estudado e respeitado até hoje. Catarina de Sena morreu no dia 29 de abril de 1380, após sofrer um derrame aos trinta e três anos de idade. Foi declarada "Doutora da Igreja" pelo Papa Paulo VI, em 1970 e mais tarde foi escolhida como patrona da Itália, junto com São Francisco.
Tinha visões durante as orações contemplativas e fazia rigorosas penitências. Já adulta enfrentou a dificuldade que muitos achariam impossível de ser vencida: o cisma católico. Catarina, mesmo analfabeta, assume a missão de reunir de novo a Igreja em torno de um só papa.
Dois Papas disputavam o trono de Pedro, dividindo a Igreja e fazendo sofrer a população católica em todo o mundo. Ela viajou por toda a Itália e outros países, ditou cartas a reis, príncipes e governantes católicos, cardeais e bispos e conseguiu que o Papa legítimo, Gregório décimo primeiro, retomasse sua posição e voltasse para Roma. Fazia setenta anos que o Papado estava em Avinhão e não em Roma.
Outra dificuldade foi a peste que matou pelo menos um terço da população européia. Ela lutou pelos doentes, curou com as próprias mãos e orações. Estava à frente dos padrões de sua época, quando a participação da mulher na Igreja era quase nula ou inexistente.
Em meio a tudo isso, deixou obras literárias ditadas de alto valor histórico, místico e religioso. O livro: "Diálogo sobre a Divina Providência", é lido, estudado e respeitado até hoje. Catarina de Sena morreu no dia 29 de abril de 1380, após sofrer um derrame aos trinta e três anos de idade. Foi declarada "Doutora da Igreja" pelo Papa Paulo VI, em 1970 e mais tarde foi escolhida como patrona da Itália, junto com São Francisco.
http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia
sábado, 22 de abril de 2017
Das Catequeses de Jerusalém
(Cat. 22, Mystagogica
4,1.3-6.9: PG 33,
1098-1106) Século.IV d.C
O pão do
céu e a bebida da salvação
Na noite em que foi entregue, nosso Senhor Jesus Cristo tomou o pão e, depois
de dar graças, partiu-o e deu-o a seus discípulos, dizendo: “Tomai e comei:
isto é o meu corpo”. Em seguida, tomando o cálice, deu graças e disse: “Tomai e
bebei: isto é o meu sangue” (cf. Mt
26,26-27; 1Cor 11,23-24). Tendo, portanto, pronunciado e dito sobre o pão: Isto
é o meu corpo, quem ousará duvidar? E tendo afirmado e dito: Isto
é o meu sangue, quem se atreverá ainda a duvidar e dizer que não é o seu
sangue?
Recebamos, pois, com toda a convicção, o Corpo e o Sangue de Cristo. Porque sob
a forma de pão é o corpo que te é dado, e sob a forma de vinho, é o sangue que
te é entregue. Assim, ao receberes o corpo e o sangue de Cristo,te transformas
com ele num só corpo e num só sangue. Deste modo, tendo assimilado em nossos
membros o seu corpo e o seu sangue, tornamo-nos portadores de Cristo;
tornamo-nos, como diz São Pedro, participantes da natureza divina (2Pd
1,4).
Outrora, falando aos judeus, dizia Cristo: Se não comerdes a minha
carne e não beberdes o meu sangue, não tereis a vida em vós (cf.
Jo 6,53). Como eles não compreenderam o sentido espiritual do que lhes era
dito, afastaram-se escandalizados, julgando estarem sendo induzidos por Jesus a
comer carne humana.
Na Antiga Aliança havia os pães da propiciação; por pertencerem ao Velho
Testamento, já não mais existem. Na Nova Aliança, porém, trata-se de um pão do
céu e de um cálice da salvação que santificam a alma e o corpo. Assim como o
pão é próprio para a vida do corpo, também o Verbo é próprio para a vida da
alma.
Por isso, não consideres o pão e o vinho eucarísticos como se fossem elementos
simples e vulgares. São realmente o corpo e o sangue de Cristo, segundo a
afirmativa do Senhor. Muito embora os sentidos te sugiram outra coisa, tem a
firme certeza do que a fé te ensina.
Se foste bem instruído pela doutrina da fé, acreditas firmemente que aquilo que
parece pão, embora seja como tal sensível ao paladar, não é pão, mas é o corpo
de Cristo. E aquilo que parece vinho, muito embora tenha esse sabor, não é
vinho, mas é o sangue de Cristo. Antigamente, bem a propósito, já dizia Davi
nos salmos: O pão revigora o coração do homem, e o óleo ilumina a sua face (Sl
103,15). Fortifica, pois, teu coração, recebendo esse pão espiritual e faze
brilhar a alegria no rosto de tua alma.
Com o rosto iluminado por uma consciência pura, contemplando como num espelho a
glória do Senhor, possas caminhar de claridade em claridade, em Cristo Jesus,
nosso Senhor, a quem sejam dadas honra, poder e glória pelos séculos sem fim.
Amém.
sexta-feira, 21 de abril de 2017
Da Homilia sobre a Páscoa,
do bispo Melitão de Sardes, atual Turquia. (Século II d.C)
O Cordeiro imolado libertou-nos da morte para a vida
Muitas coisas foram preditas pelos profetas sobre o mistério da Páscoa, que é Cristo, a quem seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém (Gl 1,5). Ele desceu dos céus à terra para curar a enfermidade do homem; revestiu-se da nossa natureza no seio da Virgem e se fez homem; tomou sobre si os sofrimentos do homem enfermo num corpo sujeito ao sofrimento, e destruiu as paixões da carne; seu espírito, que não pode morrer, matou a morte homicida.
Foi levado como cordeiro e morto como ovelha; libertou-nos das
seduções do mundo, como outrora tirou os israelitas do Egito; salvou-nos da
escravidão do demônio, como outrora fez sair Israel das mãos do faraó; marcou
nossas almas como sinal do seu Espírito e os nossos corpos com seu sangue.
Foi ele que venceu a morte e confundiu o demônio, como outrora
Moisés ao faraó. Foi ele que destruiu a iniquidade e condenou a injustiça à
esterilidade, como Moisés ao Egito.
Foi ele que nos fez passar da escravidão para a liberdade, das
trevas para a luz, da morte para a vida, da tirania para o reino sem fim, e fez
de nós um sacerdócio novo, um povo eleito para sempre. Ele é a Páscoa da nossa
salvação.
Foi ele que tomou sobre si os sofrimentos de muitos: foi morto em
Abel; amarrado de pés e mãos em Isaac; exilado de sua terra em Jacó; vendido em
José; exposto em Moisés; sacrificado no cordeiro pascal; perseguido em Davi e
ultrajado nos profetas.
Foi ele que se encarnou no seio da Virgem, foi suspenso na cruz,
sepultado na terra e, ressuscitando dos mortos, subiu ao mais alto dos céus.
Foi ele o cordeiro que não abriu a boca, o cordeiro imolado,
nascido de Maria, a bela ovelhinha; retirado do rebanho, foi levado ao
matadouro, imolado à tarde e sepultado à noite; ao ser crucificado, não lhe
quebraram osso algum, e ao ser sepultado, não experimentou a corrupção; mas
ressuscitando dos mortos, ressuscitou também a humanidade das profundezas do
sepulcro.
Fonte: http://liturgiadashoras.org/oficiodasleituras/QuintaFeiraSanta.html
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